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Mercado imobiliário » Torre ainda é aposta das construtoras Bairro carrega como diferencial a oferta de terrenos para novos imóveis, além de ligar as Zonas Norte e Oeste

Diario de Pernambuco

Publicação: 10/11/2011 16:23 Atualização: 10/11/2011 16:29

Central, arborizado, cercado de supermercados, boutiques, lojas de construção, hospitais, igrejas e escolas. Assim é o bairro da Torre, nova menina dos olhos das construtoras pernambucanas. Rodeado por outros pontos cujo mercado imobiliário está igualmente aquecido como Madalena, Graças e Casa Forte, a Torre é um das últimas áreas centrais do Recife onde ainda existem bons terrenos para empreendimentos imobiliários. E o preço do metro quadrado não para de subir. Se há cinco anos era possível encontrar no bairro um apartamento de 50 metros quadrados por R$ 150 mil, agora esse valor quase dobrou e o metro chega a valer R$ 5 mil, principalmente nas áreas mais próximas à beira-rio. Para quem procura um investimento, não há melhor opção na cidade.

A região verticalizada e preço do metro quadrado não para de subir (Ines Campelo/DP/D.A Press)
A região verticalizada e preço do metro quadrado não para de subir


"A Torre chama atenção porque o bairro faz a ligação entre a Zona Norte e a Zona Oeste, além de estar a dez minutos do Centro e a 15 minutos da Zona Sul. É uma das localizações mais estratégicas do Recife. Fora os grandes empreendimentos instalados na área, como o Carrefour e o Atacado dos Presentes", considera Eduardo Feitosa, dono da imobiliária de mesmo nome. Segundo ele, outro ponto forte do local é a diversidade de equipamentos urbanos, públicos ou privados, que acaba agradando públicos de todas as áreas. "Você tem escolas, cursinhos, barzinhos, restaurantes, igrejas, enfim, um leque de opções para a família toda", completa.

Pensando nisso, a BFC Construções escolheu o bairro para abrigar quatro empreendimentos que estão sendo lançados consecutivamente no mercado desde 2010. O primeiro foi o edifício Los Angeles, com apartamentos de 91 metros quadrados, ao custo de R$ 270 mil. O segundo, lançado mês passado, foi o Edésio Pessoa, que fica bem no coração do bairro: a Rua Real da Torre. Nele, os apartamentos têm 96 metros e custam R$ 384,8 mil. Os próximos serão lançados até 2015. "Percebemos que o bairro tem muito potencial e que agrada a classe B. Nosso público já está comprando seu segundo ou terceiro apartamento, são casais consolidados na carreira e que querem aumentar a família", diz Francisco Canazart, diretor presidente da BFC.

Outra construtora que também resolveu apostar na Torre foi a Queiroz Galvão, que lançou recentemente os edifícios Maria Raquel e Maria Rebeca na região. "O bairro é uma combinação de tradicional e moderno. É verticalizado, mas não tanto, o que favorece um dos quesitos importantes para o consumidor local: a ventilação. Fora isso, também possui fácil acesso aos equipamentos de bairros próximos, como o parque da Jaqueira", ressalta Mônica Mercês, gerente de Inteligência de Mercado da Queiroz Galvão.

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