A história por trás dos nomes

A escolha dos títulos dos edifícios não acontece por acaso. Cada denominação é pensada pelas construtoras e trazem muitas curiosidades

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postado em 30/12/2014 11:49 / atualizado em 30/12/2014 12:12 Afonso Bezerra
A escolha do nome de um edifício é uma das primeiras preocupações das construtoras. Trata-se do “cartão de visita” do empreendimento. Mas, além da questão mercadológica, as histórias sobre os nomes de vários edifícios no Recife estão recheadas de curiosidades. Seja uma homenagem familiar ou fruto de admiração artística, os nomes revelam um profundo significado em cada construção.

Antenor Lino faz homenagens com Lady e Lord na nomenclatura dos empreendimentos de sua construtora
 - Everson Verdiao/Esp.DP/D.A.Press - Lugar certo Antenor Lino faz homenagens com Lady e Lord na nomenclatura dos empreendimentos de sua construtora
Rogério Angelim, gerente de Marketing da Imobiliária Eduardo Feitosa, revela que a relevância da nomeação está na padronização dos produtos e dá ao projeto a identidade da empresa. Essa exigência tem efeito positivo sobre o interesse do cliente. “O comprador sabe que está morando numa marca. Ele nem precisa mencionar o nome da empresa. Basta indicar o nome do edifício que automaticamente é associado à construtora”, explicou Angelim.

Os critérios para a nomeação são diversos. Para Antenor Lino, da construtora que leva seu nome, cada novo empreendimento é uma homenagem às pessoas que o ajudaram em momentos difíceis de sua vida. “A escolha pelo título de Lady e Lord para boa parte dos meus prédios é um reconhecimento às figuras extraordinárias da minha vida”, conta.

A Nacional Empreendimentos espalha pela cidade os edifícios com o nome de Elis Regina e Clara Nunes. Para 2015, já está previsto um Nara Leão novinho em folha. O motivo? A admiração dos diretores da empresa pelas vozes da música brasileira. “Além de fortalecer a nossa cultura, prestando essa homenagem à Música Popular Brasileira, é um formato prático, que facilita a nomeação dos novos empreendimentos”, explicou Gustavo Pinto Coelho, sócio-diretor da Nacional.

Além desses exemplos, outras construtoras também capricham na criatividade. A tradicional Queiroz Galvão não abre mão do título Maria para os seus projetos. A Carrilho usa os selos Family Class, para alto Padrão, Studio Prime, para os intermediários, e Lar Fácil, para os empreendimentos inclusos no Minha Casa, Minha Vida. A novata LMA Empreendimentos aposta na associação com a geografia, com o Aurora, para o urbano, Raízes, para o campo, e Solar, para a praia. “Acho interessante nomear o projeto de acordo com o lugar onde ele está sendo erguido”, explicou Leonardo Albuquerque, diretor-executivo da construtora.

Tags: decoração,

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