As tradicionais casas

Mercado aberto para casas

Apesar de apartamentos serem mais atrativos para as construtoras, imóveis planos ainda têm espaço para vendas

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postado em 09/01/2014 09:34 / atualizado em 09/01/2014 09:38
Morada da Península, da Odebrecht, apostou em casas de alto padrão na Reserva do Paiva - Morada da Península, da Odebrecht, apostou em casas de alto padrão na Reserva do Paiva (ODEBRECHT REALIZACOES IMOBILIARIAS/DIVULGAÇÃO - 8/1/13)	
Morada da Península, da Odebrecht, apostou em casas de alto padrão na Reserva do Paiva
Mesmo com a grande oferta de apartamentos, as casas ainda têm espaço no mercado imobiliário. A diferença é que muitos dos imóveis não são construídos em áreas centrais. O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco (Creci-PE), Petrus Mendonça, cita bairros como Várzea, Caxangá, Cordeiro e nas proximidades de Boa Viagem como locais que ainda ofertam um bom quantitativo de terrenos que podem ser utilizados para a edificação desse tipo de moradia. Ele acrescenta dizendo que ainda pode-se pensar ainda em cidades da Região Metropolitana do Recife que ainda não foram explorados pelo mercado. Algumas construtoras, como a Odebrecht Realizações Imobiliárias, apostaram em projetos de condomínios de casas. Lançado em 2007 na Reserva do Paiva, bairro planejado situado no Cabo de Santo Agostinho, o condomínio Morada da Península dispõe de 66 unidades de alto padrão que variaram entre 330 e 800 metros quadrados. De acordo com o diretor regional da Odebredcht, Luis Henrique Valverde, novas construções de casas vão depender da demanda do mercado. A Alphaville também opera com condomínios de casas. O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Eduardo Moura, acredita que o futuro do mercado das casas será em cidades do interior do estado. Ele afirma que Gravatá pode ser um exemplo e conclui afirmando que se houver melhorias na mobilidade, muitas pessoas que desejam morar em casas vão comprar o imóvel em uma cidade do interior relativamente mais próxima da capital. Moura explica que, em áreas mais valorizados, os empreendedores preferem a construção de edifícios por ser financeiramente mais vantajoso. Ele ressalta que com terrenos mais caros, em certas localidades, como nos Aflitos ou na Avenida Boa Viagem, por exemplo, fica inviável a construção de casas. De acordo com o presidente da Ademi, houve nos últimos anos a tendência natural das pessoas desejarem morar agrupadas, seja pelo fato de garantir mais segurança, ou pela redução de gastos. Por conta disso, diminuiu a oferta de casas. Ele explica que há um debate grande sobre a quantidade de construções de edifícios, mas quando se mora agrupado serviços como água, luz, coleta de lixo e a própria manutenção do imóvel ficam mais baratos e isso foi se tornando atrativo.

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