Minha Casa Minha Vida

Mercado popular otimista com 2017

Imóveis do Minha Casa, Minha Vida têm perspectiva positiva no mercado imobiliário deste ano, que deve ganhar novo fôlego com uma possível redução da taxa de juros

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postado em 06/01/2017 11:24 / atualizado em 19/01/2017 10:52 Wagner Souza /Especial para o Lugar Certo


Residencial Porto dos Marcos será lançado no próximo mês e contempla o programa Minha Casa, Minha vida - Porto Engenharia/Divulgação Residencial Porto dos Marcos será lançado no próximo mês e contempla o programa Minha Casa, Minha vida
Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. Todos esses fatores passam segurança e asseguram, de certa forma, um ambiente propício para a aquisição de imóveis. Nos últimos dois anos o mercado imobiliário viveu momentos com muitas especulações e dúvidas. Os sinais de melhoras apontam para a desaceleração da inflação, a queda na taxa básica de juros no país e o crescimento do PIB, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor. Apesar do atual cenário econômico no Brasil, o segmento popular está muito otimista com 2017, sobretudo aqueles que contemplam o Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Segundo a gerente regional da Caixa Econômica, Eveline Ferreira, há uma demanda concentrada na baixa renda, contribuindo para o avanço nas vendas de imóveis populares. “Em 2016 tivemos vários lançamentos de empreendimentos com preços enquadrados no MCMV, que atende famílias com renda até R$ 6.500, além de uma movimentação positiva com os eventos Feirão Caixa, Feira da Casa Pronta, Semana Imobiliária, entre outros”, conta.

De acordo com a gerente, a Caixa terá um grande desafio este ano, com orçamentos disponíveis no FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tanto nas demandas de financiamentos individuais quanto para apoio à produção de empreendimentos. “Com o recurso do FGTS, as taxas de juros variam de 5% a 8,16%. Com o recurso do SBPE também praticamos as menores taxas”.
medidas

Oficialmente, ainda não há previsão de nova redução na taxa de juros. Mas para a gerente de vendas da imobiliária da Eduardo Feitosa, Adriana Rost, este ano promete ser melhor que 2016. “O governo está tomando algumas medidas de urgência para diminuir o desemprego, tais como aumento de crédito”. Ela diz que, nos últimos três anos, houve redução nos preços dos imóveis e que a recuperação não deverá demorar muito. “Com a diminuição dos estoques, a tendência é que os valores voltem ao normal com o tempo”. Adriana comenta que ainda dá tempo de fazer um bom negócio. “O cliente hoje ainda consegue aproveitar as vantagens de negociações que as construtoras estão fazendo. Mas já temos sinalizações que os próximos lançamentos não devem ter as mesmas vantagens”, alerta.

Segundo o diretor da Porto Engenharia Thiago Melo, o ano de 2016 foi muito bom para a construtora. “Apesar da percepção negativa que circulou pelo mercado, os imóveis do Minha Casa, Minha Vida tiveram um ótimo desempenho nas vendas”, aponta. Ainda de acordo com o executivo, três empreendimentos serão lançados pela construtora: dois em fevereiro e o terceiro no segundo semestre. Ambos contemplam o programa federal da Caixa. “Com essas novidades, esperamos um ótimo número de vendas”, comenta Thiago.
 

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